Depois do Nintendinho, a sala ganhou ombros no controle e uma fita mais larga. O Super Nintendo dos anos 1990 ainda liga em muita casa. O que pede bancada hoje é fonte que esquenta, conector oxidado, cartucho que pisca e imagem que some com o LED aceso.
O 8-bit oficial no Brasil está no texto do Nintendinho Playtronic. O Super é o capítulo seguinte. A Playtronic também levou o Super Nintendo ao varejo, e a TV de tubo continuou no mesmo móvel: cabo de vídeo no lugar do RF quando a família tinha entrada na traseira, ou o adaptador de antena quando a novela e o jogo dividiam o canal.
A memória dessa época tem peso. A fita encaixava com um clique fundo. O controle ganhou L e R, e os ombros ficaram gastos de tanto segurar. Na locadora, a prateleira de 16 bits conviveu um tempo com a de 8. Revista de banca ensinava senha. O aparelho cinza ficava em pé na estante, com o cabo do controle enrolado no próprio corpo.
Trinta anos depois, o plástico continua. O que mudou é o que falha. Fonte, conector, cartucho e vídeo são os quatro pontos que a bancada da PlayX mais reconhece nesse console.
A fonte original é um tijolo separado. Com o tempo ela fica muda — o console não acende — ou esquenta demais e a imagem corta no meio da fase. Uma fonte de outro aparelho, com pino parecido e voltagem duvidosa, queima o que ainda estava vivo. Se a fonte queima a mão ou o Super só liga em alguns segundos, pare de insistir e traga o conjunto.
O progresso que some, com o jogo ainda rodando, quase sempre mora na bateria daquela fita, não na placa do Super. Diga qual cartucho esquece a fase. Na bancada isso separa fita e console.
Deixe a tampa no lugar. Abrir o Super, raspar o dourado do cartucho com metal ou soprar com força dentro do slot empenha pino e espalha umidade. Um pano seco na borda da fita, sem esfregar a placa, é o máximo caseiro.
Leve o Super Nintendo quando a fonte esquenta sem motivo, o LED acende e nenhuma tela aparece depois da troca de cabo e de TV, o slot recusa toda fita, ou a porta do controle está muda. Cheiro de queimado encerra o teste em casa na hora.
Na PlayX Assistência Técnica, em Santa Ifigênia, o conserto de consoles — inclusive os clássicos — faz parte da bancada, junto com limpeza e manutenção. Dá para trazer o aparelho na loja ou pedir o delivery de leva e traz. Traga a fonte, o cabo de vídeo e a fita que falha: sem esses três, o diagnóstico fica pela metade.
A loja fica na R. Vitória, 316, loja 18/19, Santa Ifigênia, São Paulo, CEP 01210-000. O horário é de segunda a sexta, das 9h às 18h, e no sábado, das 9h às 14h. O WhatsApp é (11) 93070-1819 e o e-mail é playxassistencia@gmail.com.
O sopro virou lenda ainda no Nintendinho. Oxidação no contato é real; saliva no pino dourado piora com os anos. Se uma limpeza seca na borda não estabiliza a imagem, o slot ou a fita precisam da bancada.
Pode ser o cabo, a entrada da televisão ou o vídeo do próprio Super. A ordem é outra cabo, outra TV e outra fita. Se o LED continua aceso e a tela segue muda, o aparelho é que vai para a assistência.
Não insista. Fonte que ferve, reinicia o jogo ou vem com cheiro é o ponto em que o Super sai da estante e vai para a PlayX, com o tijolinho junto.
O Super acende e a imagem não vem, ou a fonte esquenta demais? Manda o sintoma para a PlayX e a gente vê o conserto.
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Endereço: R. Vitória, 316 - loja 18/19 - Santa Ifigênia,
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